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Há 3 anos atrás estava na minha vida pacata de mãe e de dona de casa. Tinha deixado, há quase uma década, o meu trabalho por conta de outrem, e pouco depois o meu país. Vivíamos bem e tínhamos um estilo de vida desafogado.

Lembro-me de um momento épico nas nossas vidas: quando eu, o meu marido e o nosso filho Guilherme, com 9 anos, fizemos uma viagem de autocaravana pelos países nórdicos. Nunca me tinha imaginado na Dinamarca, na Suécia e na Noruega. Estava tão feliz com o que a vida me oferecia.

Em 2016, passados 10 anos da gravidez do nosso filho, voltei a ficar grávida. Desta vez, iríamos ser pais de uma menina, a Mariana. A nossa vida continuava a  florescer, mas eu começava a sentir que já não me reconhecia e não sentia conexão com o meu ser. Vivia o que a vida me oferecia, sem que me permitisse sonhar e me realizar como pessoa individual que sou.

Não se nasce mulher: torna-se.
Simone de Beauvoir

Em Outubro de 2003 criei o meu primeiro blog, um ano depois de terminar a licenciatura de Ciência das Comunicação e poucos meses antes de ir para Angola, em missão de voluntariado.

Foi exactamente o conhecimento e experiência na área da comunicação, nomeadamente no blogging, que juntei ao desejo de ajudar outras pessoas e assim criei o meu primeiro projecto de empreendedorismo sem fins lucrativos: Blogging Mood.

Durante 3 meses foi mentora de 10 mulheres desejosas de crescer como bloggers e desenvolver a sua paixão com mais conhecimento e apoio. Hoje, tenho uma relação de amizade com quase todas elas. Desta mentoria cresceram sonhos e realizaram-se planos.

Através deste projecto também eu me desenvolvi e resgatei a minha auto estima e auto confiança. Com o peito cheio de convicção, oficialmente em Outubro de 2018, iniciei assim o meu primeiro negócio online. Encontrei finalmente a minha realização, não só pessoal como profissional.

Hoje, o meu dia a dia permite-me continuar a cuidar da minha família e desenvolver uma actividade profissional, na qual uso as minhas competências de comunicação, ajudo outras mulheres e desenvolvo-me como pessoa.

A Maria Feliz nasce, então, como uma soma de todo o meu percurso. A Maria Feliz é a marca das mulheres, que apesar de serem casadas e terem filhos, querem viver a liberdade de serem quem são.

Vive bem. Sê feliz.

Sobre | Maria Feliz